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SIN LIMITES - Reynaldo Armesto Oliva

Quién sin limites desgrana
a lo patrio contra el suelo
inútil tomara vuelo
en lo gris que triste emana.
Torpe vendrá la mañana
incierta por que la apura
deshacer de la aventura
la verdad en que se pierde
un rojo sobre lo verde
lo añil que nunca perdura.

REYNALDO  ARMESTO  OLIVA . CUBA . IWA
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os poemas publicados aqui participaram do concurso Trajes Poéticos realizado pelo Clube de Poetas do Litoral - salvo os poemas dos autores cepelistas que foram os julgadores dos poemas.              

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