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Mostrando postagens de Novembro, 2012

Libertango

Libertango, ou: O Poema Debruçado Sobre um Corpo (Para ser lido ao som de “Libertango”, do compositor argentino Astor Piazzolla — um experimento sinestésico...)
Astor Piazzolla Astor Piazzola 2 Astor Piazzola3 Astor Piazzola4 Astor Piazzola5
poema de Ivan Pereira Santos Júnior 

Tênue - Edweine Loureiro

Atenção: Num definhar agonizante, O ribeirão nos avisa que, Se não cuidarmos antes, Ele não mais poderá A nossa sede saciar.
Edweine Loureiro

Cloaca - para Dércio Pignatari - por fátima queiroz

Soneto Cola Cola - por fátima queiroz

Vivo - poema Edweine Loureiro

Enquanto o pingar das horas
corrói o mundo ao meu redor,
respiro fundo e penso:
Poderia ser pior...


E, abrindo a janela,
deixo entrar o sol.



Edweine Loureiro

Chave-de-ouro - poema Alcides Buss

O apogeu ali esteve,
há mais de século,
e inspirou a arte e a vida.

Após os anos sombrios,
atava-se ao tempo a luz
e a roda movida por carvão
e o ouro negro
em novo patamar febril.

PRÊMIOS E MENÇÕES - Editora Costelas Felinas

Autores editados pela Ed. Costelas Felinas recebem prêmios e menções.
Confira cada um deles (poemas, apresentação) clicando em sabia mais de cada imagem








Cotiporã Cultural

Aladas ondas ao nada e Palavra são capa e contracapa do zine Cotiporã Cultural (RS) editado por  Adão Wons


Alameda de Amigos Mortos - poema de Emanuel Medeiros

ALAMEDA DE AMIGOS MORTOS

Por Emanuel Medeiros Vieira



Salvação - poema de Emanuel Medeiros

SALVAÇÃO

Por Emanuel Medeiros Vieira
O tempo é a espera de Deus que mendiga nosso amor”. (Simone Weil)

O tempo é uma nave sem governo, umas vezes avança, outras baloiça-se nas ondas oleosas.
O tempo é uma perpetuidade cansada; o chão que pisamos é feito de infinidade, o sol despenha-se do alto para que o recebamos, e não para medir a noite e o dia.
Cada livro é uma peregrinação
”. (Agustina Bessa Luís)

A Música da Antiguidade - por Ivan Pereira

história da música: A Música da Antiguidade (Parte I)





A música pré-histórica
         Quando nos debruçamos sobre a gênese da arte musical, somos convidados a empreender uma viagem no tempo, até divisarmos o horizonte da pré-história humana, além da qual nada existe, a não ser hipóteses, conjecturas, suposições acerca da vida, dos costumes e da tecnologia dos primeiros povos que habitaram a Terra. Sobre eles, pouco pode afirmar-se com segurança, dada a fragilidade dos testemunhos deixados, o que, se sob um aspecto, desmotiva inúmeros pesquisadores, de outra parte, seduz estudiosos a enveredar rumo à decifração desses dados.

A noite da guerra - poema de Clara Sznifer

 A noite da guerra

por Clara Sznifer




CPL - poema de Edite Capelo

 CPL - Clube de Poetas do Litoral  por Edite Capelo

Poema Adivinhção - Olímpio Coelho de Araújo

Quer ganhar este livro na faixa? É só acertar o que o poeta quer dizer neste poema Adivinhação Promoção válida até dia 27/11/2012.
Deixe sua resposta como comentário ou envie para o e-mail cplitoral@gmail.com que postaremos para você.
Boa Sorte! 

Veja a resposta

Poema Adivinhação - Thereza Ramalho Figueiredo

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Acabou a promoção e vencedores são:



Poema Adivinhação - Vieira Vivo

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Lançamento no ABC

Iracema M. Régis e Aristides Theodoro convidam você para uma manhã de autográfos em dose dupla.
São dois livros de poemas que não podem faltar em sua estante.


Quebra Cabeça Poético - Escobar Franelas

QUEBRA-CABEÇA POÉTICO
por Cláudia Brino


O poema Contemplação da Musa de Escobar Franelas quebrou a cabeça dos cepelsitas. Tente montá-lo usando as pistas abaixo, cada palavra tem até 3 dicas. (atente aos plurais e às conjugações).

O grupo Grená  e Rosa, na última reunião do CPL, acertaram  quatro palavras e você?

1 - especialmente próximo (no espaço)

1 – antônimo de acolá, lá 1 - neste ou a este luga
2 - forma esférica, alojado na órbita craniana dos vertebrados 2 - em inglês se escreve eyes 2 – sentido figurado: ficar em estado de atenção, cuidado, vigilância
3 -colocar algo algo no chão 3 -aterrissar 3- fixar os olhar em (por metáfora)
4 – dirigir os olhos para... (no gerúndio) 4 -  tomar conta, cuidar de
5 – etimologia: Do infinitivo latino fabulari. 5 - discorrer, conversar, contar         5 – conjugado no presente
6 - que se interrompeu temporária ou definitivamente; adiado, cancelado 6 - momentaneamente privado de suas funções, atividades ou cargo


O poema correto e completo está em http://www.reca…

Instituto Hilda Hilst - por Rosana Banharoli

“Fui apresentada a Hilda Hilst nos meados dos anos 80, em uma reportagem publicada no jornal Diário do Grande ABC. Soube, já ali, que seria uma relação para sempre. Compartilhei a sua obra com muitos pelo caminho, mas confesso: foi no mestre e, Claudio Willer, em sua generosidade literária onde mais me alimentei. Bebo nesta fonte.

Atlas - poema de Edweine Loureiro

Seguindo a leitura - poema de Batalhafam

Quebra Cabeça Poético

QUEBRA-CABEÇA POÉTICO
por Cláudia Brino

O poema Pesadelo de Rosana Banharoli foi utilizado no Desafio Literário 2 no encontro do CPLe foi com ele que o grupo Grená conseguiu dar uma rasteira no Grupo Rosa, pois conseguiram completar o poema todo com as pistas fornecidas.

Desafio Literário 2

No último encontro o grupo Grená passou o Grupo Rosa

No LudoPoesia os grupos tinham perguntas sobre o meio literário
e pistas para ajudar a completar o poema de Rosana Banharoli

GRUPO GRENÁ  -  430 pontos

GRUPO ROSA  -  310 pontos



frida kahlo - por Fátima Queiroz

Concurso - Artes Plásticas

Viavária - por Paulo Andrade

Viavária de Iacyr Andersom Freitas 
por Paulo Andrade



O leitor reconhece a filiação cabralina, no uso das quadras, no estilo descritivo e prosaico, na objetividade e rigor do corte, nas formas fixas e no ritmo, na intensa capacidade de reflexão e, sobretudo, na leitura crítica da realidade, questão que norteará a abordagem a seguir. O poema “Viavária”, que abre o livro homônimo, funciona como preâmbulo aos vários dramas históricos e individuais, encenados em nove séries, sobre os quais o poeta atravessa tempos e espaços para mostrar como o sistema de crenças, discursos e utopias, como a confiança no progresso, por exemplo, não passa de uma “ruína de erros”. Nesse jogo de olhar oblíquo para os eventos históricos, sua crítica insurge-se contra projetos desenvolvimentistas da modernidade burguesa.