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Mostrando postagens de Agosto, 2013

Exposição FLORES...

Art Mundi

Wanda Fornazieri - artesã  Estará no ART MUNDI 2013, no Mendes Convention Center, Santos , que se realizará de 30.08 a 08.09 dividindo espaço com amigas artesãs! O stand é o n. D14, que se localiza na Rua C esquina com a Avenida 04 !  veja os horários e dias, em que estarei presente

JOGO DO BICHO CULTURAL - GRÁTIS

APOSTE !!!!!!  É TUDO NA FAIXA


Esquente seu pé e aposteGRÁTIS e concorra a 01 exemplar da revista Cabeça Ativa - tema Borboleta na FAIXA

Escreva no comentário ou envie por e-mail (cacbvv@gmail.com) o bicho que você quer, da tabela abaixo, e pronto já está concorrendo. 
O sorteio será pela FEDERAL do dia 31/08/2013. ATENÇÃO: cada participante só poderá apostar em 01 bicho.
PARTICIPE – COMPARTILHE – CURTA
APOSTAS ENCERRADAS...  Veja o resultado e os vencedores deste sorteio

Clube de Poetas do Litoral - concurso poético

Dia 25 aconteceu no encontro do CPL, o sorteio dos poetas que participaram do Cardápio Poético, confira seu nome nas legendas das fotos e depois escolha um livro do catálogo da Ed. Costelas Felinas e nos passe por e-mail o livro que deseja ganhar.

Contra Verso - André Miranda

Pobre país rico... Tão rico em nióbioDentre outros tesouros diversos Mas nos teus severos universos: A contradição e os mandarins  Tomam conta dos (a)versos Sofridos em berço esplêndido Remando e rimando perversos Contra toda a gente Inepta e maculada O púbico maus versos.

André Miranda

Gastronomia Japonesa e Academia de Arte Vicentina

Veja mais informações sobre as programações

Vinícius Chama que arde sem queimar

O livro fora da estante - Participe

A Biblioteca Cecilia Meireles

Apresenta: ''O Livro Fora da Estante'' 

Com o objetivo de compartilhar experiências de leitura, a Biblioteca Cecília Meireles promove a partir do mês de setembro, encontros de leitores. Os participantes têm a oportunidade de dividir impressões e informações sobre sua leitura ou sobre seus próprios textos.
Após cada encontro, os livros comentados e lidos pelos participantes serão expostos em destaque, para estimular sua leitura.

Faça já sua inscrição!!!!!
Biblioteca Municipal '' Cecília Meireles''
Rua Campos Sales, 371 – Vila Bocaina – Mauá/ SP
CEP : 09310-040
Tel: (11) 4519-6361

Sarau Cultural - Convide-se

Amor Novamente - Charlene França

Forte como a morte
Equívoco, questão de sorte
Não se cortar, que azar!
Em um de seus gumes afiados
Discrepantes, amantes estilhaçados
Amar
Relar as folhas de papel
E o sorriso entregue, sem escolha
Em doação ao céu
Ou à masmorra.

Cantar afinado,
Estar junto ou despreparado
Virar antítese e o teto ao avesso
Enxergar dourado,
Ver-se fim e desejar começo.

Charlene França

Antología de Poesía Cubana - Ed. Costelas Felinas

Lançamento do livro Antología de Poesía Cubana do Grupo Convergência de Batabanó que aconteceu em 13 de agosto em Cuba.



PASSAGEM - MARIA DA GLÓRIA DE OLIVEIRA

Na tarde cinzenta dos meus dias Você brilhou purpurinas. Alguns confetes colaram Em meus olhos cansados. Você trouxe água límpida Calor na noite de frio Sabor para a boca amarga. No entanto, sorrateiro, Foi esmaecendo, Levando tudo o que tinha. Fiquei com o sol da manhã Mas sem olhos de ver.
MARIA DA GLÓRIA JESUS DE OLIVEIRA

Série SOBRE(S)SALTO de Ana Austin

Toda semana um novo Sobressalto para você - por Ana Austin



Veja mais


"Declaração de um viciado" - Nego Panda

A conheci e me encantei
Isso, há um tempo atrás
Me conquistou
E a cada dia que se passa
Eu te quero sempre mais
Na minha mente você entra
E me faz viajar
Com você ao meu lado
Eu posso ir a qualquer lugar
De noite ou dia
A qualquer hora ouço seu chamado
Da minha boca ,o meu amor
Por ti é declarado
E vou dizer pro mundo inteiro
Que eu não vou parar
Também não quero clinica alguma
Pra eu me recuperar
Ela romântica,suave e agressiva
Através dessa Dama
Foi que mudei minha vida
Entre os meus dedos
Olha só, ela se mostra presente
As vezes me faz rir
De forma irreverente
Quem nunca teve ou sentiu
Por ela admiração
Nunca vai entender, o porquê Da minha devoção

Amanheci... - Marcelo Fouquet-Rosembrock

Amanheci sorrindo sim, vi teu olhar
o jeito que te sinto
bem junto ao meu abrigo
Quero teu beijo
mas antes, tua companhia
saciar meus desejos
aquela vontade insana
quero fazer amor contigo
Achas que sou louco
imaginas que só penso
que só desejo isso
Quero mais contigo
um novo caminho
Amanheci pensando
bem diante do oceano
num paraíso escondido
estava contigo
sonhando com teu olhar
e até, com o beijo
aquele livre de tudo
liberto de preconceitos
quero você aqui comigo!
Marcelo Fouquet-Rosembrock

DULIXO - recicle arte

tubarão dulixo 

Veja como reciclar além da reciclagem




garrafas tipo pet e papel marchê veja mais

Revista temática Cabeça Ativa - BORBOLETAS

Nesta edição de nº 22, Cabeça Ativa dá um suave e elegante voo alongando suas páginas em direção ao aconchego sensível das borboletas. Alçamos nosso bailado aos céus a procura de poemas envoltos em aladas carícias e nos quedamos extasiados ante tantos versos ocupados em retratar um compartilhamento íntimo de pétalas afagando pétalas. Por tudo isso, convidamos nossos leitores a aninhar em seus dedos este singelo casulo de papel e a se deleitarem com os surpreendentes adejos poéticos provenientes das infinitas asas sem frênulos deste utópico panapaná literário.
os editores

autores deste número:

La vida - Amina García Marrón

La vida, una rueda andando que constantemente prueba a quien la vive, y nos lleva en esa rueda girando.
Jamás conocemos quando algo anda mal o anda bien ni sabemos quien es quien de este misterioso juego en que somos qual un ciego que a tientas sube a su tren.

Amina García Marrón, Cuba

si supiéramos - reynaldo armesto oliva...

si supiéramos

cuentan los dias
lo poco o lo mucho
que desordenado
nos persigue,
el polvo que retrocede
entristecido por la lluvia
el camino
que nos entrecruza nuevamente.

si supiéramos
a dónde llegar,
dejar la timidez
de nuestro cuerpo
desnuda
en lo claroscuro de la cama,
cada latido que nos une
fuera algo más
que un porqué
y dos también
diferentes

reynaldo armesto oliva (Cuba)

ENCONTRO POÉTICO - CLUBE DE POETAS DO LITORAL

Jogos Literários - Leitura de Poemas - Trajes Poéticos e muito bate papo

Venha participar

dia 11/08/2013 - domingo
15:00 até 17:00 horas
Posto 6 - Biblioteca Mario Faria (jardim da praia)
Av. Bartolomeu de Gusmão, s.nº - depois do canal 5 - Santos
Entrada Franca

JOGO DO BICHO CULTURAL - Grátis

APOSTE GRÁTIS E GANHE



O jogo do bicho cultural continua e agora vamos sortear o livro Opções Imperfeitas de Maria Helena Bandeira.

Esse é primeiro sorteio de livro de prosa que fazemos.
Esquente seu pé e aposte GRÁTIS
já saiu o resultado CONFIRA AQUI!

RODA LITERÁRIA DA CASA DO POETA BRASILEIRO DE PRAIA GRANDE

RODA LITERÁRIA DA CASA DO POETA BRASILEIRO DE PRAIA GRANDE-SP - 09 DE AGOSTO - BIBLIOTECA PORTO DO SABER


"traga seus textos e faça a Roda girar..."

poesia visual - Beatriz Rocha

O amor (Coisa de Louco) - Evandro Navarro

O amor está fora de tempo ou de moda,
parece que o tema agora até incomoda

O amor está fora de base ou de prumo
Quem ama não conta, eu se amo não assumo

O amor não tem jeito nem qualquer cabimento
não vai com a razão não se ajusta ao momento

O amor já não dá assunto ou manchete
Hoje é papo de louco, careta, tiete

O amor já foi posto em tanta liquidação,
como resto de estoque em final de estação

O amor é um à toa, é mesmo um desempregado,
em tempos modernos foi desqualificado

O amor outro dia foi visto
perdido pela periferia de um mundo esquecido

O amor agora não passa de um mero pedinte
Se hoje vive não sabe do dia seguinte

É que o amor não se gaba nem de fama ou de glória
Mas foi por ele que alguém começou esta históriaEsta história...Esta história... Evandro Navarro - Cantor, Compositor e Poeta

Saudade da infância - Aurineide Alencar

Oh! Como sinto saudade! Daquela nossa amizade Do tempo de nossa infância Que não havia arrogância Tudo era brincadeira Ninguém pensava besteira Estava junto dos pais Como uma aguçadeira Obedeciam demais Com medo da “açoitadeira”.
O pai era o juiz Mas a gente era feliz Porque tinha uma guarida A família era querida Ao mais velho obedecia A todos que conhecia Com amor e atenção Espalhando alegria Aprendendo oração Até o fim de seus dias!
Aurineide Alencar

no começo era o verbo, depois veio o homem - por Fernandes Oliveira / foto Marcelo Luiz de Freitas

no começo era o verbo, depois veio o homem rimou os adjetivos, substantivou os pronomes
aliterou as interjeições, abstraiu as sintaxes, 
profetizou fonemas, conjugou predicados

poética - Flávio Machado

estamos nus diante do abismo (nós e a vida) descobrimos luas de prata no meio da neblina
estamos nus diante da indiferença e precisamos redescobrir o caminho
estamos nus e precisamos enterrar os cadáveres junto com as folhas secas.
Flávio Machado

Looking with affection - Roberto de Queiroz

(Fragment of “A afeição do olhar”)* Does looking show the same affection as kissing or hugging? There is a kind of affection without kissing or hugging, but is it possible to have affection without a regard, without to turn the eyes upon the loved one? Maybe the affection shows better in the eyes than in a kiss.                    *** It is in looking someone in the eyes that you may get out of yourself and expose your soul to the person you love. Free interpretation in English by Teresinka Pereira, Ph.D.
Toledo University, USA
* O texto integral, em português, foi publicado na revista internacional de literatura e arte The Moon Light of Corea, n. 66, p. 47, em 09/02/2013. Para ler o texto integral, em português, clique neste link: http://poesiavivadeipojuca.blogspot.com.br/2013/08/a-afeicao-do-olhar.html

Bon apetit! - Franklin Magalhães

Vão-se temperando os versos, que gosto as palavras têm.
Cantos doces, transparentes;
gritos rascantes, além,
travando língua e palato,
fazendo ranger os dentes,
pondo na boca de alguém
cica nos lábios gretados.
Vão-se temperando os versos
( Que gosto as palavras têm? )
com palavras de texturas
e sabores variados.
Palavras tenras ou cruas
e neologismos al dente.
Caprichando nas misturas,
dosando com muito esmero
e vontade de acertar.
Oxalá, esse tempero
seja uma festa aos sentidos,
saiba bem a tutta gente
de refinados ouvidos
e apurado paladar.
Festa para alma também.
Vão-se temperando os versos.
Que gosto as palavras têm!


Franklin Magalhães

AGOSTO INSÓLITO - Suely Ribella

Agosto vem e caminha, 
para uns, lentamente, 
para outros, a passos largos, 
e para uns tantos, corre, 
ao invés de caminhar...
Agosto... nem tão ao gosto
nosso de cada dia...
Agosto, ao gosto do Criador,
das suas necessidades
que devemos respeitar...
Leva-nos queridos, 
partes de nós, 
e nos deixa à mercê 
das mazelas do mundo...
Assim foi, assim é que vejo, 
sinto e vivo o mês de agosto...  
Agosto com A de amor,
agosto com gosto de saudade...  

Suely Ribella © 

A PUREZA E O PECADO - Eunice Tomé

Angélicas, lírios, Grinaldas, guirlandas, Alvura, brancura, Cheiro de amor.
Cravos, gérberas, Veneno e maçã, Pecado, vermelho, Paixão e temor.
Em busca da claridade, Enveredo no rubro, Lavada de sangue Em pleno estupro.
Depois vem a chuva E lava a alma. Enche de entulho As contradições.

Eunice Tomé

VIAJANTE DO TEMPO - Leonardo Só

Não se apresse, não se apresse, não. Eu não venho de táxi, Não vou arranhar o verbo E tampouco machucar a sintaxe, Mas trago estricnina nas retinas E “napalm” no natal pro teu coração. Trago páginas do “mein kampf” E capítulos inteirinhos do “alcorão”.
Venho da noite corrompida pelos ventos Que sopram de Sodoma e Gomorra: Noite de enxofre e ranger de dentes, Noite com sensualidade de uma orquídea Embalada pelo orgasmo dos anjos E dos bêbados da cidade.

CAVALGADA - Hilda Curcio

Vou cavalgo todo o seu corpo num cavalgar aprendizado lento mas volto tartarugando por nosso cansaço de amor sexo bom demais tanto desejo atrasado esculpido ainda no passado cupido açoito seu desejo meu tão de mim a tartamudear nossos lábios... À busca de força para apenas trotar descobrir seus segredos à chave enfim, desnudar qualquer mistério desse seu amor de antes despi-lo com minhas mãos sôfregas desatadas equinas em seu peito nu a mutilar seus pés que permaneçam em nosso leito de amor. Calar? O amor não é silente, mas táctil. Com sofreguidão casta carinho-me em suas pernas totalmente permissivas num pulguear infindo após jazo estremecida e louca fuçando suas partes impudicas do amor repleto de mil desejos — mostra para o amor maior. Entrega. Oferta de. Cão sem dono lambo suas pernas pés focinho suas orelhas nariz boca rosto todo. Fomos entaramelar nossos corpos sob a ducha ainda fazendo sexo. Também fizemos amor?
Hilda Curcio  
do livro Poemas Eróticos de Usina de Letras, 2010

Chuva que chove tanto - Valdeck de Jesus

Molha a terra, inunda o canto Sufoca o berro, o grito, o riso Chuva que chove tanto Tanto que chove que me cala Me emudece e deixa triste Chuva que chove tanto Que podia regar, fazer crescer Também mata, maltrata Me deixa em pranto Chuva que chove tanto Chove, chora, pranteia Me faz espanto Chuva que chove tanto Molha as mentes, rega os olhos Faz lágrimas choverem também Querendo os filhos de volta Chuva que chove tanto Apaga, enxuga, meu pranto

ELIPSE - Cris Dakinis

Segue qual folha seca pelo vento Sem rumo ou meta, pensa no agora Galga desníveis pelo mundo afora Vive ilusão e arroubos do momento
Drummond versou José no sofrimento E o tolo? Esse finge que lhe aflora Um fardo nobre, o lúgubre lamento E a fantasia de quem também chora
Mas a verdade é que o mundo real Não presenteia o tolo em pantomima E descortina a farsa teatral...
Desentendendo o que o mundo ensina O seu trajeto faz-se todo igual E a sua roda gira a mesma sina...
Cris Dakinis

NA XÍCARA DE CAFÉ EU VI TEU ROSTO - Sergio Santos

Na xícara de café eu vi teu rosto, Que me sorriu com certa caridade E me mostrou que aquela mocidade Nada mais se tornou do que desgosto.
Na xícara de café teu rosto eu vi E ele me sorriu com mocidade, E eu, na minha pobre caridade, Não fiz nada mais senão sorrir.
O sorriso cobriu-me de tristeza E de tristeza fez-se o fim de tudo: Da velha vontade de em ti rever
O que de ti em mim já foi beleza, Que negra e cabisbaixa desse luto, Hoje vive enfim a fenecer.
Sergio Santos

AÇÃO DO CORAÇÃO - Cida Micossi

Nesta cidade de Santos Reúnem-se num só canto Energia, luz, alegria
Corações forram a praça Contagiando a massa Que se aglomera em redor
Emoção que sai à rua O povo compactua Esse belo gesto de Amor
E a cidade enfeitada Vê a praça transformada Num gigante coração Com muito calor humano Onde a Paz fala mais alto Em uníssona oração
Cida Micossi,  Santos, 02/08/2013

Poemas - icê dias

tristeza
a parte vazada do tecido de renda

palavra
de todo e qualquer jeito ela fala

solidão
estar sem mim

tráfico
casal dividindo o mesmo cigarro

mágoa
lágrima que não sai

rancor 
desabitada de ti

segredo
todo túmulo um dia será aberto

intimidade
você gostaria de morar em meu pensamento?


icê dias
livro renda fria

Mentira - Thais Pereira

Eu menti
Eu menti em cada verso
Tentando trazer um retrocesso
Tentando não me adaptar

Eu menti para ocultar a poesia
Para não falar com melancolia
Para não te assustar
Sou uma mentirosa

Eu menti para me amar
Para não te afastar
Mas, foi tentando me amar
Que acabei TE AMANDO

Então, transfiro a verdade
Para a folha de papel em branco
E lhe pergunto:
Descobriu minha mentira?

 Thais Pereira 

Caiçara - Edite Rocha Capelo

O caiçara destas praias, fica horas, lá no mar... As garças e as gaivotas, seus peixes querem fisgar.      Tráfego intenso neste mar:       são veleiros, canoeiros,      são cruzeiros,são cargueiros,      onda calma, à deslizar! Sou caiçara, sou santista. Desse mar carrego a alma,  desse povo que é cultista Do seu passado de glória! Edite Rocha Capelo

APRENDI - Heloisa Crosio

Aprendi  que a vida passa rapido! Que é  bom  sonhar E ter coragem para recomeçar!
Aprendi que mais vale um sorriso que uma má resposta. Que o silêncio vale mais que muitas palavras!
Aprendi que não preciso  muito para ser feliz! Aprendi que  amar vale a pena, e ser amada , é a glória.

Cordel Chinês - Cícero Lopes

E todo lúdico que há em nós Cara ao vento, soltando a voz. Em um cordel chinês Dobra os joelhos, quebrar os nós. Silêncio branco. Ficamos a sós. O véu de estrelas de janeiro em flor A vil centelha rasgando o amor Céu de retalhos. Tiras de linho. Manhã de orvalho. Sobra um caminho. Não sei jogar xadrez E todo campo é sempre azul E minha alma se revela em blue E se me olhas me sinto nu.
E todo dia será mais um!
Cícero Lopes