Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Setembro, 2013

Momento Cepelista com Cida Micossi

A professora e escritora Cida Micossi falará de sua vida, de sua trajetória literária e de sua participação dentro dos grupos culturais da região.

Dia 29/09 - 15:00 horas 
Posto 6 - Biblioteca Mario Faria - Santos - 
Entrada Franca



JOGO DO BICHO CULTURAL - GRÁTIS - APOSTE

APOSTE !!!!!!  É TUDO NA FAIXA


Esquente seu pé e aposteGRÁTIS e concorra à antologia de haicaiSol Nascente Sol Poente em homenagem ao Centenário de H. Masuda Goga (pelo Grêmio de Haicai Caminho das Águas) na FAIXA
Escreva no comentário ou envie por e-mail (cacbvv@gmail.com) o bicho que você quer, da tabela abaixo, e pronto já está concorrendo. 
O sorteio será pela FEDERAL do dia 28/09/2013. 
ATENÇÃO: cada participante só poderá apostar em 01 bicho.

PARTICIPE – COMPARTILHE – CURTA
VEJA O RESULTADO E OS GANHADORES

Detetive Literário - Vinícius de Moraes por Clara Sznifer

Um pouco sobre o "poetinha" Vinicius de Moraes, que completaria 100 anos no próximo mês de Outubro
(trechos da última entrevista)
O que pensa sobre a morte?
Bem, a morte sempre me preocupou, e ainda me preocupa. Mas hoje, de uma maneira muito mais simples, como uma espécie de saudade da vida, uma pena de deixar isso aqui com todas as cagadas e confusões, porque sempre vivi dentro de uma grande plenitude. Sobretudo por causa das mulheres: tenho muita pena de deixá-las. Sei que a velhice pode ser uma coisa legal, mas não gosto da ideia de envelhecer porque perderia tudo o que as mulheres ainda podem me dar.
Você nunca conseguiu, ou quis, viver sozinho, não?
Não. Eu aceito a solidão bem, mas não por muito tempo. Realmente, para mim, a mulher é um ser indispensável. Não posso viver sem mulher. Houve uma época de minha vida que achei que esse negócio havia terminado, que as coisas não estavam dando certo, que talvez fosse melhor eu me isolar e parar de brincar com esse bicho tão perig…

A incrível história de Mario - Patricia Castilho

Novo lançamento Ed. Costelas Felinas

Leni Bluemoon - Roberto Massoni

Novo lançamento da Ed. Costelas Felinas

9 Do nada o gato disse arigatÔ a sua dona.                      Estupefata ela nem riu nem chorou.
                          Dura e fria ficou como se nada.
19 EU QUERIA FAZER UM ÚNICO HAICAI QUE O FOSSE.                     MINHA BOSSA ESTÁ na FOSSA.                           QUE ME VENHA um haicai!

ESPERA-ME - heloisa crosio / arte visual Ana Austin

Espera-me, deixe a porta aberta, logo por ela vou entrar...
Escute meus passos  E no silêncio da madrugada,  Sorrateira em teu leito vou chegar...

20- SPLEEN ESCORPIÔNICO - Sidney Sanctus

Sofro, sofri e sofrerei, deveras, pois tenho uma voraz ânsia esplinética: - Amor com ódio, aberração maléfica, que Medusas empedra e abre Quimeras...!
O puro sentimento, em primaveras outonadas, partidas numa tétrica ingratidão, traz dor tão milimétrica à alma mozartiana das Esferas...!
Então meu ser, raríssimo licorne, eflúvio dos incensos, acre enxofre, vive íntimo big-bang multi-disforme!
Paul siluriano ou fóton quântico, venho através eras, num grande chofre, por ser hiper sensível, new romântico...!
SIDNEY SANCTUS

Poema para o Recife - Severina Ramos Nunes de Melo

Recife cidade mulher possuída por dois soberanos rios – Capibaribe e Beberibe. És fêmea, és forte, sensual e ousada! Nua te deixas acariciar lado a lado pelos teus amantes.
Achas pouco e aceitas o murmurar do teu maior apaixonado – o mar, cuja brisa ondula sobre ti mulher mestiça e volúvel. Teu corpo é palco para os alegres carnavais dos ventos. Recife, linda cidade! Amante e amada!
Severina Ramos Nunes de Melo

Quebra-cabeça Poético / poema de Cris Dakinis

Os cepelistas no encontro deste domingo (15/09) tiveram que queimar as pestanas para ganhar os livros enviados pela poeta e escritora Cris Dakinis. 

Veja aqui o quebra-cabeça poético criado com o poema  SÓ O IMPOSSÍVEL  de Cris Dakinis e conheça os vencedores deste desafio.

Só deu menina!!!!

A VIDA - Edite Capelo

Ai a vida Tenho que viver, na lida! Qual será o seu sentido? Tenho que ficar retido Neste mundo refletido! Espelho da despedida! Ai a vida Tenho que viver na lida! Mesmo na luta constante Sou dela, grande amante Ela, joia rara, um diamante! É dura, mas muito querida! Ai a vida Tenho que viver na lida!
Edite Capelo

Les Violettes - Marie-Claire Fichet

Dans le tumulte des herbes
Un beau matin de printemps
Vous apparûtes superbes!
Violettes nous embaumant.

Séductrices, sensuelles,
Votre beauté sait subjuguer.
Mais vous êtes bien cruelles
Car vous nous faites frémir
En exhalant l'envie de vous cueillir
Et dans nos mains vous expirez
Sans, hélas, vous éterniser.

Marie-Claire Fichet

Efímero - Reynaldo Armesto Oliva

Habite la tierra Como la llovizna Que muy temprano Humedeció nuestros labios, Espere tranquilo Vi creer lo pasajero Y el andar de tus pupilas, Entonces comprendí Que los sueños se diluyen En cada pliegue del tiempo, En cada mitad que se desgarra y nos impulsa
A una vana existencia
Reynaldo Armesto Oliva

A Bandeira - Cremilda Bortolini

A Bandeirasímbolo do nosso país, O qual toda Escola  apresenta,
No balançar  com seus braços.
Com este símbolo que marca nosso país

Esta linda Bandeira de verde , Amarelo azul e  branco.
Tem sinal de nossa Pátria de um varonil.
Que abraça e encanta o nosso Brasil.

Somos partes deste símbolo, Em cores tão lindas de  marcas,
Que ilustra o mais belo das Américas.
Torcendo em seguro de um coração.

O nosso Brasil que imensa beleza, De uma comemoração em bandas.
Crianças se abraçam e os mestres orientam.
Do apresentar o mais unanimado desfile.
Com a linda Bandeira em cores em pleno destaque.

Cremilda Bortolini

Porto do Saber - concurso de Poesia Falada

O Porto do Saber abre inscrições, na próxima segunda-feira (19), para o Concurso Cultural Professora Leni Morato de Poesia Falada. Cada concorrente pode participar com um poema, de liberdade temática. O critério a ser levado em conta pelos jurados para as notas será a interpretação pública da poesia. Portanto, o poema não precisa ser inédito, nem necessita ser de autoria do participante.

Os interessados devem se inscrever até o dia 13 de setembro no Porto do Saber (Avenida São Paulo, nº 100, Boqueirão), das 9 às 18 horas. No ato da inscrição, devem apresentar quatro cópias do poema que irão defender no palco. A inscrição é gratuita.

PARTICIPE
COORDENAÇÃO – RENATO PAES – LUDIMAR MOLINA – CARLOS ROBERTO MASSONI.

Jogo do Bicho Cultural - tudo grátis

APOSTE !!!!!!  É TUDO NA FAIXA


Esquente seu pé e aposteGRÁTIS e concorra ao livro de haicais Bonsai de Versos de Paulo R. Rodrigues na FAIXA
Escreva no comentário ou envie por e-mail (cacbvv@gmail.com) o bicho que você quer, da tabela abaixo, e pronto já está concorrendo. 
O sorteio será pela FEDERAL do dia 06/09/2013. Excepcionalmente esta federal ocorrerá numa sexta-feira. ATENÇÃO: cada participante só poderá apostar em 01 bicho.
PARTICIPE – COMPARTILHE – CURTA


JÁ SAIU O RESULTADO - CONFIRA OS VENCEDORES

COITADA da minha RUA - Nininha Rocha

Coitada da minha Rua
Era calma e vive aflita
Era pobre ficou rica
Vestiram-lhe uma capa-preta
E deram-lhe como enfeite
Calçada, outro nome, guia e sarjeta
E tem até o sol noturno
Que a luz de mercúrio ofuscou o brilho da "Aurora"
Fincando um pesado "Machado... que não é o de Assis"
Das bem rimadas poesias que eu tanto admiro
Mas em rua estreita onde "Coletivo" transporta
Gente chorando, gente com fome e sangue rolando
Começa a confusão, com tamanha multidão
Coitada da minha Rua
Ah!... Tinha o namoro de "alpendre"
Que embalaram a balança dos meus olhos e sonhos
Com "Balas e Caramelos"
Dos meus tempos de criança

ELEGIA DE AUGUSTO DOS ANJOS - Antonio Cabral Filho / foto: Marcelo Luiz de Freitas

enviados pelos autores



Fui ler Augusto dos Anjos, mas assim logo de cara fiquei que nem os arcanjos, caçando "Escarlete Ohara".
Pareceu-me um Frankenstein, Drácula sem Baviera. Por mais que vocês estranhem, achei bem pior do que era.

Encontro na Academia Vicentina - Convide-se

24 HORAS - Erica Capelo

Incrível é a perfeição com a qual os dias se encaixam Impossível é não notar as coincidências da vida Como se tecessem uma malha sem fim,  os dias se exibem revelando o nosso destino São somente 24 horas, capítulos de uma novela sem autor loucas tramas que não seguem ordem alguma se entrelaçam apenas e se completam somente Assim são os dias Pequenos livros de imensas histórias que mudam vidas e preenchem memórias
Erica Capelo

Maré da Lua - Gelza Reis Cristo

50 Poemas de um Sonhador - Kallil Dib

Kallil Dib é jornalista, atuando na área da comunicação desde 2008. 

É assessor de imprensa da Prefeitura Municipal de Assis - SP, escreve crônicas, artigos e poemas semanalmente para os jornais e portais de notícias de toda a região. Amante do Jornalismo Literário, e defensor da cultura literária, Kallil Dib é autor do livro 50 Poemas de um Sonhador, lançado em 2013.



Bolo ancestral - Eunice Tomé

A mão na massa revira
Roda do tempo
O bolo ancestral
Vivido nesse momento

Avó, mãe, filha
São rostos marcados
Sabores milenares
De anos passados

O sentido do retorno
O cheiro do mel, da canela
Da maçã e baunilha
Assando na panela

O aroma em toda a casa
Volto a ser criança
Dani é minha memória
Vida de sonho e infância

Eunice Tomé

NÃO TARDE - Mahelen Madureira

Não tardem os sonhos nesta noite de sono. Não tarde a manhã nesta hora de acordar. Não tarde o sol neste dia de lidar. Não tarde os ponteiros nesta mesa de jantar. Não tarde chegar                  oh... noite nesta hora sonolenta em que os braços de Morfeu estão a me esperar.
Mahelen Madureira

Sentidos - Francisco Ferreira

Trazes em tua boca o travo doce de quero mais beijar;
no corpo, o aroma, de porcelana fina o tato melífero de quero mais amar;
e, se me falas em um cântico azul é sinfonia de quero mais sonhar.
Minha boca de saudades morde a sede/ausência da pungente espera de te encontrar.
Francisco Ferreira

Sabores vadios - IsiCaruso

Quero o aroma da minha infância distante, o cheiro da minha mãe, seu cabelo macio. O sabor do café invadindo sentidos, beliscando os narizes ainda adormecidos convidando ao sabor  das manhãs. Café com pão quentinho e manteiga derretida goiabada caseira,  com seu sabor vadio me desperta  esta saudade insistente neste lugar que me separa de meus sabores.

IsiCaruso

Exposição de arte postal “História, memória e patrimônio”

– curadores Cecília Camargo e Edson Bueno de Camargo - convocatória realizada junto ao “12º Congresso de História do Grande ABC”, com o objetivo de reforçar o imagético do congresso com a visão dos artistas sobre o tema apresentado.Participação de 26 artistas de 9 países diferentes. De 05 de setembro de 2013 até 30 de setembro de 2013 no Saguão da Câmara Municipal de Mauá Av. João Ramalho, 305 - Vila Noêmia – Mauá - SP – Brasil camara@camaramaua.sp.gov.br

Exposição virtual -: http://historiacongressoartepostal.blogspot.com.br/

Escárnio à Miopia - David Henrique N. de Lima

Por este olho direito, O mundo expõe-se menos nítido.
O beco da minha visão é estreito,
E sem as lentes não há céu límpido.

Há visões tortas com vultos. E apagadas
As cores alargam-se, e luzes são ampliadas. Nasce assim o dia a quem te tem
Pouco antes de vidraçar o rosto
Materialismo que dá desgosto
Para um miserável enxergar bem!
David Henrique N. de Lima

Vida - Cláudio Gomes

Na qual você é personagem Que vive de tristezas e alegrias Onde o tempo vira experiência Você é envolvido por laços Sejam eles de amores e amizades Os maiores desafios devem ser considerados Para que os sonhos possam ser realizados Porque as nuvens passam E quando você enxergar Já estará na hora do adeus.
Cláudio Gomes

METAMÓRFICO - Natanael Gomes de Alencar

Metamórfico,

o poeta abre as asas esburacadas.

O lago está seco.

O lobo brinca com o leão

do outro lado.

Pelos buracos das asas

sóis desconhecidos

pontilham os caminhos.

Há sangue na roupa do mundo.

Há velocidade demais para a fome.

O poeta não dorme.

Ensopado da chuva temporã.
Natanael Gomes de Alencar

poemas - Cris Dakinis

SAUDADE  É a chave de casa perdida quando não há chaveiro que consiga fabricar outra em substituição.
A LUA  Meia taça minguante gélida de solidão celebrada por corpos ardentes ébrios de multidão.
SONHOS  Teceu redes de ilusão, embalou-se em devaneios, Acordou insone.
Cris Dakinis (do livro Adágio Ensolarado)

ONDE ESTÁ O AMOR QUE DEUS EM NÓS PLANTOU - Sergio Santos

Onde está o amor que Deus em nós plantou Para que ao próximo amar todos pudéssemos? Seria bom que a esse amor nos déssemos, Já que, ao no-lo dar, Deus nos amou.
Se o amor de Deus não nos agigantou – E foi-nos dado só para que amássemos E que sempre em nossas ações trouxéssemos – Nada valeu o que Deus nos assentou.
Se não ficara no homem o amor de Deus, O homem em coisa alguma se tornara E do pó, de onde viera, não saíra.
Que Deus plante nos futuros filhos seus O amor que no passado já tentara, Pro homem cultivar o amor em vez da ira.
Sergio da Silva Santos

kamikases - Cláudia Brino / foto: Marcelo Luiz de Freitas

deixou vir uma, depois outras
e foram tantas lágrimas que marcaram a face

Caminhos - Juarez Florintino Dias Filho / arte visual Ana Austin

Bonito! Bonito é quando mãos e bocas se procuram nos caminhos determinados pela paixão

poemas - Jacques Canut

Clairière                                              Clareira Un coeur tout neuf                              Um coração todo inocente pour y décrocher                                 para desvendar le soleil                                                o Sol.
** Un petit félin s'en remit                         Um pequeno felino confiou à moi parce qu'il souffrait                     em mim porque ele sofria. Mes soins lui apportèrent                     Minhas dedicações o trouxeram l'apaisement qu'il espérait.                   a tranquilidade que ele esperava.

** Une offrande d'ilusions.                        Uma tempestade de ilusões. On tente de lui dérober                        Tenta ocultar de si le souffle d'un poème.                          o sopro de um poema.

Jacques Canut do livro "Clarières"  Tradução: Deise Domingues Giannini

micrologias - icê dias

do livro jardim de papel

antúrio
pipa ao vento

violeta
bordado na virgindade da manhã

o hibisco
sente o meu belisco

copo de leite
café da manhã de um jardim

o cravo
conhece a melodia do piano

lírio da paz
pomba da mata

continua...

INSETO-ME - Hilda Curcio / arte visual de Ana Austin

Um mosquitinho tento bisbilhotar seu pensamento sentimento desejo. É muito tarde, e já não caibo em suas entranhas embora insistente mosquite, maripose em seu desejo

ADEUS, GRÉCIA - Emanuel Medeiros Vieira

Não bastaram fibra e amor, cai, Grécia, universo solar adequação entre ser e destino, envelhecemos – morte na soleira da porta, fragmentos de sonhos – só fragmentos – não a totalidade, adeus, Grécia, adeus, despedidas – só despedidas.
Ulisses: somos apenas seres virtuais, Homero envolto em brumas, homens sem fibra carregando engenhocas eletrônicas, caindo como folhas ao vento (prenhes de cobiça – soberbos -, e miseravelmente rotos), Não, não eram eternos, onipotência só de papel, deuses de barro, TV.

GAIVOTA - Iraí Verdan

                                                     Rondel
Tal gaivota que sobrevoa o mar, Sinto-me no alto, a ver-te distante!... Entre as águas verdes e o marulhar, Teu amor é mar de água espumante...

Descanso eu procuro em tua praia brilhante, Que se confunde com águas, ao meu olhar. Tal gaivota que sobrevoa o mar... Sinto-me no alto, a ver-te distante!...

Entre as alturas, voo em favor do ar, Livre, na imensidão azul deslumbrante, Deixando a brisa do amor, meu ser banhar... Voo ao encontro, num manobrar constante, Tal gaivota que sobrevoa... O mar!

Iraí Verdan

A minha poesia - Kallil Dib

Minha poesia, onde está escrita?Em qualquer página desse livro
Está no silêncio e até nas estrelas
Está escrita na lua e no céu, em versos de um bom conto

Minha poesia, onde está descrita?
No papel de pão e de guardanapo
No infinito e no descaso do caso
Na rua e no homem do saco
Que quando criança eu tinha medo.

A minha poesia está escrita em meu passado
E na diferença do mundo. Está no universo inteiro
Na rua de pedra e no carrinho de madeira
Está onde está a poesia de Drummond e Quintana
A minha poesia está jogada no vento
Esperando alguém alcançá-la

Onde está escrita a minha poesia?
Minha poesia está nas violetas que eu a prometi
E no campo de rosas vermelhas da novela
Está além desse mundo e dessa estação
Minha poesia está em qualquer lugar
Em todas as páginas desse livro.
Kallil Dib

prateleira - Escobar Franelas

ali tem uma velha garrafa não sabia mas dentro dela tem vários quadros não terminados muitas músicas e poemas também não finalizados um best seller não publicado dois casamentos com mais de 50 anos de diversão muitos sonhos não concretizados e três casos de namoro
ali está a velha garrafa encardida
e vazia

 Escobar Franelas