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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

Bordado de Pescador - poema Rosana Banharoli

O tecido
O desenho
A agulha
A linha Solta


Meteoros - poema Teresinka Pereira

Nós somos meteoros
infinitamente pequenos,
frágeis, que na terra,
extravíados
tomamos forma
de carne e osso

Nota Musical - por Ivan Pereira

O professor de piano, compositor, escritor e pianista austríaco Carl Czerny (1791-1857) foi um garoto prodígio. Ele nasceu em 21 de fevereiro, em Viena. Começou a estudar piano aos três anos de idade, a compor aos sete anos e a lecionar aos quinze. Aos dez anos foi estudar o instrumento com Beethoven, de quem se tornou famoso intérprete e assistente. Czerny tinha uma memória impressionante e era capaz de tocar toda a obra de Beethoven para piano de cor.

POEMA VISUAL - by Dob Kamperelic

THE TROUBLE WITH EGOPHONIA, 
visual poem by Dob Kampereli

REVISTA PRISMA CULTURAL

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NOVA REVISTA PRISMA CULTURAL, Nº 008.
Colaboraram nesta edição: LARI FRANCESCHETTO, WALT WHITMAN, ANTÔNIO CARLOS SECCHIN, SILAS CORREA LEITE, REYNALDO VALINHOS ALVAREZ, MÁRCIO CATUNDA, NILZA... MENEZES, ADOLF F. SHVEDCHIKOV, CLAUDIA BRINO, VIEIRA VIVO, DORA DIMOLITSAS e MARLY N. BRASILIENSE.

REVISTA PRISMA CULTURAL

Conto - Sobrinho Iriê de Hilda Curcio

SOBRINHO IRIÊ

Iriê sempre soube que lembrava à tia querida o ex-amor — seu tio.
Às vezes, endereçava-lhe o mesmo olhar adulto, que abarca, numa lente ampliada, mesmo estando de frente, o gancho do sutiã, a pinta nas duas nádegas, e o desejo da tia Eneyda embutido num segredo de dor.

GANHE ESTE LIVRO - Musa Atômica de Sidney Sanctus

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é fácil demais

Escreva para cacbvv@gmail.com 
EU QUERO 
enviaremos o nome de um bicho para você concorrer na Loteria Federal do dia 09/03/2013
O erotismo com nuances simbolistas e surrealistas abordando imagens futuristas inusitadas.

Musa Atômica: 
capa brochura - 30 páginas - 
Poesia
Autor: Sidney Sanctus

Conheça aqui os participantes que foram sorteados

Concurso Literário - INSCRIÇÃO ABERTA - PRÊMIO NARCISO DE ANDRADE

CONHEÇA OS VENCEDORES

DA PROMOÇÃO da Ed. Costelas Felinas


os participantes sorteados receberão em casa, gratuitamente, o livro que escolheu de nosso catálago.
Veja os contemplados

Ardência - poema Vieira Vivo

Amor Animal - poema Hilda Curcio

Palavrório - poema Hernany Tafuri

Concurso Poético - Publique seu livro na faixa

PAPYROU - conheça o corpo do livro

estes são apenas alguns nomes....
por Cláudia Brino

Walmor e Cacilda - poema Clara Sznifer

A Bela Literatura Árabe

Por Cláudia Brino
A literatura árabe é rodeada de sabedoria, imaginação e espiritualidade. Entre os árabes a eloqüência sempre foi valorizada, era inclusive, uma condição exigida para se poder exercer a chefia da tribo e, com certeza essas tribos primitivas eram imbatíveis na poesia. Havia feiras anuais e gravava-se em ouro, sobre folha de palmeira, as peças vitoriosas que eram dependuras. Desde a infância, aprendia-se a refletir e a descrever o camelo, o vento, as montanhas, o deserto... Dois componentes determinam a sabedoria: o dom natural e o tempo, que sazona o homem, e essas características tornam a literatura árabe privilegiada. A sabedoria, que não é repartida entre todos os homens e todos os povos, se expressa em livros como os Prolegômenos, de Ibn-Alkhaldun, Libertação do Erro, de Al-Ghazzali, A Epístola do Perdão, de Al-Maarri, O Profeta de Gibran, entre tantos outros. A sabedoria se manifesta em anedotas, aforismos, provérbios, re-flexões. Muitos dos aforismas são anônimos, co…

Em que pensam os poetas? Teresinka Pereira

PALAVRA - Revista Cabeça Ativa

PAPYROU - A Bíblia do Diabo

75 quilos de histórias, curas e feitiços


Feroz Madrugada - poema Edweine Loureiro

Reconciliação - poema Eunice Tomé

Acróstico diferente

Acróstico do poeta Antonio José (Joseph) da Silva, O Judeu, nascido no Rio de Janeiro, em 1705 e queimado vivo, em Lisboa, pela Inquisição em 1739.

Colocou o poema à maneira de prefácio, no começo do volume em que foram publicados as suas comédias.


Papyrou - Praga pega? Então proteja seu livro

Se você é daqueles que tem o hábito de emprestar livros e no final acaba não sabendo mais de seu paradeiro.
Eis a solução:
 A preocupação de manter os livros protegidos era tanta que esta praga realmente dá medo. A praga abaixo foi encontrada na antiguidade junto a alguns livros, o autor é desconhecido.
"Para aquele que rouba ou toma emprestado e não devolve um livro, que o livro se transforme em serpente em suas mãos e o envenene. Que seja atingido por paralisia e todos os seus membros murchem. Que definhe de dor, chorando alto por clemência, e que não haja descanso em sua agonia até que mergulhe em desintegração. Que as traças corroam suas entranhas como sinal do Verme que não morreu. E quando finalmente for ao julgamento final, que as chamas do inferno o consumam para sempre."