Pular para o conteúdo principal

Quebra Cabeça Poético

QUEBRA-CABEÇA POÉTICO
por Cláudia Brino

O poema Pesadelo de Rosana Banharoli foi utilizado no Desafio Literário 2 no encontro do CPL e foi com ele que o grupo Grená conseguiu dar uma rasteira no Grupo Rosa, pois conseguiram completar o poema todo com as pistas fornecidas.

as dicas sendo estudadas pelo grupo Rosa


o grupo Grená faz o mesmo
Cada palavra tem até no máximo 03 dicas
(abaixo do poema)


Pesadelo

Naquela ____________________ de partida (1)
_____________________  (2)
Gozo de ______________________ (3)
Choro de ___________________em preto e branco (4)
Resultado de _______________ de sangue (5)
Feito branco no preto.
Tantos anos,
E, ainda, não consigo __________________ as cores (6)
Tantos anos,
E, ainda, não consigo ver além das ___________________ (7)
Só vejo as ______________________ do medo (8)
Só vejo as _________________ do medo (9)
E(sobre)vivo usando __________________ (10)
Despedindo-me do ___________________. (11)


poema de Rosana Banharoli
DICAS


1 - tempo que transcorre entre o ocaso e o nascer do sol
1 - escuridão, trevas
1 - por metáfora: estado de dor, desesperança; tristeza, melancolia

2 - sentido figurado: deixar cair gota a gota; gotejar.
2- Antônimo de rir, no pretérito perfeito

 3 - sentido figurado: ato ou efeito de pôr termo; fim, acabamento, termo, conclusão
3 - partida, saída, separação, demissão, adeus
3 - Regionalismo: Brasil.
parte da cantoria em que o cantador insinua despedir-se dos anfitriões, da audiência ou da festa, como nos fins do cerimonial das folias de reis, do bumba meu boi etc.

4 - conjunto de fatos relacionados a um tempo que há de vir
4 - tempo que se segue ao presente
4 - que ainda está por vir

5 -constituição que rege certos Estados confederados
5 - ajuste, contrato, convenção entre duas ou mais pessoas
5 - acordo, ajuste, aliança, arranjo, coalizão, combinação, conciliação, concordância, contrato

6 – olhar para... - no infinito flexionado (forma nominal)
6  -   perceber pela visão 

7 - obscuridade produzida pela interceptação dos raios luminosos por um corpo opaco
7 - espaço menos iluminado, sobre o qual não incide luz direta
7 - parte mais escura de um desenho, gravura ou pintura

8 - região delimitada pelo couro cabeludo, as orelhas e o pescoço, composta da testa, olhos, nariz, etc
8 - frente (de alguém); presença
8 - lado da medalha ou da moeda onde está gravada alguma imagem

9 - período ou época com características próprias
9 - cada um dos aspectos que a Lua e os planetas apresentam à medida que descrevem suas órbitas em redor da Terra
9 - cada um dos estados de algo em evolução ou que passa por sucessivas mudanças

10 - fingimento, dissimulação
10 - fantasia, máscara

11 - imediatamente anterior
11 - antonímia de enrugado
11 - que passou; decorrido

Comentários

Anônimo disse…
SHOW DE BOLA!!!!

vou tentar montar esse poema....

gostei para caramba...

Muito legal o que você criou Cláudia...

depois vou passar para você ver se eu acertei alguma coisa....

Francisco Borges Santana
de sampa

Postagens mais visitadas deste blog

Poema em linha reta - Fernando Pessoa - Interpretação Osmar Prado

Enviado por A. Pastori Abaixo, link para uma brilhante e convincente interpretação - inusitadamente adaptada - do ator Osmar Prado, sobre um antológico poema de Fernando Pessoa.  Para refrescar-lhes a memória, logo abaixo do link está a poesia completa do Poetíssimo de Além Mar. http://www. poesiaspoemaseversos.com.br/ poema-em-linha-reta-fernando- pessoa/?utm_source=feedburner& utm_medium=email&utm_campaign= Feed%3A+ DaBuscaemPoesiaComPoesia+%28A+ Magia+da+Poesia%29#. Vivrun6rTIU Poema em linha reta - Fernando Pessoa Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo. Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesqu...

Trajes Poéticos - RIMA EMPARELHADA

rimas que ocorrem seguidamente em pares. ********* os poemas publicados aqui participaram do concurso Trajes Poéticos realizado pelo Clube de Poetas do Litoral - salvo os poemas dos autores cepelistas que foram os julgadores dos poemas.                

CONCURSO CARDÁPIO POÉTICO - INSCRIÇÃO ABERTA PARA OUTUBRO

A Ed. Costelas Felinas e o Clube de Poetas do Litoral em parceria realizam o concurso Cardápio Poético. O concurso é aberto a todos os interessados do Brasil ou do exterior (desde que escritos em língua portuguesa). NÃO HÁ TAXA DE INSCRIÇÃO -  INSCREVA SEU POEMA PARA O MÊS DE OUTUBRO/2014 maiores informações:  cacbvv@gmail.com COMO FUNCIONA:   O concurso inicia em novembro de 2013 e termina em novembro de 2014 - SELEÇÃO:  Serão escolhidos 02 poemas por mês - O poeta selecionado poderá participar quantas vezes quiser durante o ano. Ao todo serão selecionados 24 poemas (02 por mês) - o júri será composto pelos integrantes do Clube de Poetas do Litoral (CPL).