MIGUEL DE CERVANTES NO SEU 4° CENTENÁRIO – UM CRENTE DA FANTASIA QUE INVERTE A FIGURA DO HERÓI NO ROMANCE Por : António Justo

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JORNAL GRITO CIDADÃO:
“A MÍDIA QUE NÃO FAZ MÉDIA”


MIGUEL DE CERVANTES NO SEU 4° CENTENÁRIO – UM CRENTE DA FANTASIA QUE INVERTE A FIGURA DO HERÓI NO ROMANCE
Por : António Justo

Dom Quixote (idealista) e Sancho Pança (realista) tornam-se Arquétipos do Homem e da Sociedade a Caminho de si mesmos

Miguel de Cervantes morreu há 400 anos no dia 23.04.1616 (1). Publicou, em 1605, o romance “Dom Quixote da Mancha” com 640 páginas e em 1615 a sua continuação (2).
Cervantes, com o “Dom Quixote”, criou o melhor romance de todos os tempos. A sua luta contra os moinhos de vento inclui uma missão de resgate do mundo, criando um novo tipo de herói (herói é o que perde, o fracassado a viver à margem de uma realidade que para o ser inclui o ideal) que, no seguimento do Crucificado, passa a inspirar também outros géneros de arte... http://www.abdic.org.br/index.php/1236-miguel-de-cervantes-no-seu-4-centenario-um-crente-da-fantasia-que-inverte-a-figura-do-heroi-no-romance

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