Poesias e os sentimentos velados
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foto: claudia brino |
Içar sentimentos dos recônditos da alma
Ou arrancá-los das entranhas do peito
Transportá-los de forma segura
Sem deixá-los escapar
Por interferência das vaidades
Ou dos próprios medos
Apresentá-los despidos
E expô-los de maneira natural
Como o riso de uma criança
Dependurá-los em frágeis linhas
Introvertidas em sua responsabilidade
Esse é o viver incessante da poesia
Magia que se desgarra do caos material
E que pulsa febril no coração dos amantes
Desnudemo-nos dos medos
E abracemos os sentimentos
Grita a poesia!
Juarez Florintino Dias Filho
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