Pequena história do Alfabeto (ou Abecedário) ** Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

Alfabeto ou abecedário é uma forma de escrita classificada como "segmental", pois possui grafemas que representam fonemas (unidade básica de som) de uma língua, podendo ser classificada também como uma escrita fonética, pois procura representar os fonemas por um determinado signo.
A palavra é de origem grega (alphabetos), através do latim (alphabetum), constituída pelas duas primeiras letras do alfabeto grego (alfa e beta, correspondentes às nossas letras A e B, respectivamente), e significa um conjunto de letras usadas para escrever.
Apesar de ter se tornado comum o termo alfabeto por alfa e beta, o idioma fenício séculos antes já trazia Alef e Bet, as duas primeiras letras. O alfabeto tem uma ordem que se emprega por exemplo, para a ordenação em dicionários e enciclopédias em papel, ou em listas de coisas.

O alfabeto em uso na Língua Portuguesa é o alfabeto latino, do qual se usam 26 letras:
A – B – C – D – E – F – G – H – I – J – K – L – M – N – O – P – Q – R – S – T – U – V – W – X – Y – Z

É impossível determinar a verdadeira exatidão da data de surgimento do alfabeto.
Segundo Tácito (01), quem primeiro simbolizou as ideias foram os egípcios, utilizando figuras de animais; estes registros ainda podem ser vistos registados em pedra.
Os egípcios reivindicavam a invenção do alfabeto, que os fenícios haviam introduzido na Grécia. Porém no começo de 900 Antes de Cristo, os gregos adotaram o alfabeto fenício e que ainda é utilizado até hoje. Sendo mais que provável que todos os alfabetos europeus tenham se originado do alfabeto fenício. De acordo com a tradição, o alfabeto fenício foi introduzido na Grécia por Cadmo (02), quando visitou a Grécia com sua frota de fenícios, e ensinou esta arte a um povo que ainda era bárbaro. Outras tradições atribuem o alfabeto grego a Cecrope de Atenas, Lino de Tebas, ou mesmo Palamedes de Argos, quando retornou da Guerra de Troia, que desenhou as formas de dezasseis letras. Simonides (03) , mais tarde, teria introduzido as outras letras.
O alfabeto latino, que foi adotado em quase toda Europa, teve como origem o alfabeto grego. Os etruscos aprenderam o alfabeto grego de Demarato de Corinto (04) e os aborígenes do árcade Evandro. Assim, as letras do alfabeto latino têm a mesma forma das letras do alfabeto grego mais antigo.
As 21 consoantes do alfabeto latino usadas por grande parte das línguas foram criadas pelos antigos fenícios, e as vogais foram criadas posteriormente pelos gregos por volta do século IV Antes de Cristo, para facilitar seu uso na escrita e composição de palavras novas. O alfabeto latino, inicialmente, tinha menos letras, que foram sendo incluídas com o tempo. O Imperador Cláudio (05), enquanto sua esposa Messalina (06)  estava tendo um caso com Caius Silius,  acrescentou mais três letras ao alfabeto; estas letras, porém, caíram em desuso, tendo como evidência apenas algumas placas de bronze.
Principais alfabetos: 
Alfabeto latino
Também conhecido como alfabeto romano, é o sistema de escrita alfabética mais utilizado no mundo, e é também o mais utilizado para escrever a língua portuguesa e a maioria das línguas da Europa ocidental e central e das áreas colonizadas por europeus. Ao longo dos séculos XIX e XX, o alfabeto latino tornou-se também o alfabeto preferencialmente adotado por várias outras línguas, em especial pelas línguas indígenas de zonas colonizadas por europeus que não tinham sistemas de escrita próprios. O alfabeto latino, utilizado pelos romanos a partir do século VII Antes de Cristo, derivou do alfabeto etrusco, que por sua vez evoluiu a partir do alfabeto grego. Das 26 letras etruscas, os romanos adotaram 20: A, B, C, D, E, Z, H, I, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, V, X. Depois de alguns séculos, foram inseridas gradualmente as demais letras.
Alfabeto grego
O alfabeto utilizado na Língua grega foi desenvolvido em torno do século IX Antes de Cristo, sendo utilizado até os dias de hoje, tanto no grego moderno como também na matemática, física e astronomia. O alfabeto grego foi escrito mediante um silabário, utilizado em Creta e em zonas da Grécia continental entre os séculos XVI Antes de Cristo e XII Antes de Cristo, é conhecido como linear B. O Grego que reproduz tem semelhanças com uma versão passada dos dialetos Arcado-cipriota e Jónico-ático, dos quais provavelmente é antepassado. É conhecido habitualmente como grego micênico. Acredita-se que o alfabeto grego deriva de uma variante do semítico, introduzido na Grécia pelos fenícios. Dado que o alfabeto sumérico não necessita de notar as vogais, ao contrário da língua grega e outras da família indo-europeia, como o latim e em consequência o português, os gregos adaptaram alguns símbolos fenícios sem valor fonético em grego para representar as vogais. Este facto pode considerar-se fundamental e tornou possível a transcrição fonética satisfatória das línguas Europeias.
Alfabeto cirílico
O alfabeto glagolítico foi criado pelos missionários cristãos bizantinos Cirilo e Metódio, ou por seus discípulos, para fornecer uma base escrita para as línguas eslavas. Baseado principalmente nos alfabetos grego e, para os sons neo-helénicos, no glagolítico, o cirílico é ainda hoje usado por boa parte das línguas eslavas, bem como por diversas línguas não-eslavas faladas no território correspondente à antiga União Soviética.
Alfabeto glagolítico
O alfabeto glagolítico foi criado pelos missionários cristãos bizantinos Cirilo e Metódio para fornecer uma base escrita para as línguas eslavas. Hoje em dia não é mais usado, tendo sido suplantado pelo alfabeto cirílico.
Alfabeto hangul
Criado pelo Rei Sejong e implantado em 1446, é o alfabeto utilizado na Língua coreana e foi criado para substituir os Hanjas (logogramas advindos da China). Apesar de se parecer com um sistema de escrita silabário, consiste em blocos silábicos que unem letras individuais de acordo com a forma de cada uma delas.

(01) Tácito : É considerado um dos maiores historiadores da Antiguidade. Escreveu por volta do ano 102 um Diálogo dos oradores e depois, Sobre a vida e o caráter de Júlio Agrícola, um elogio ao seu sogro, que havia sido um eminente homem público durante o reinado de Domiciano e que havia completado, como general, a conquista da Britânia, além de ter feito uma expedição à Escócia. Suas obras principais foram os Annales ("Anais") e as Historiae ("Histórias"), que tinham por tema, respectivamente, a história do Império Romano no primeiro século, desde a morte de Augusto e a chegada ao poder do imperador Tibério até à morte de Nero (Annales), e da morte de Nero à de Domiciano (Historiae).
Devido ao declínio do interesse romano pela historiografia tradicional, com uma crescente preferência pelas biografias e sátiras, e durante o século III, Tácito parece ter sido negligenciado como autor. A História Augusta cita que o imperador Tácito, que governou entre 275 e 276 Depois de Cristo, ordenou que fossem feitas cópias das obras do historiador, o que indica que elas já deveriam estar fora de circulação. O modelo de escrita da história de Tácito foi retomado apenas na Antiguidade Tardia, quando o grego Amiano Marcelino, pode ter se inspirado nele para escrever uma história, em latim, da sua própria época. No entanto, no começo da Idade Média Ocidental, sua obra voltou a cair no esquecimento, para só readquirir notoriedade durante a Renascença. Em consequência destas oscilações na sua fortuna crítica, seus textos maiores chegaram até nós muito mutilados, de forma tal que os Anais, tais como podemos lê-los hoje, contêm apenas a descrição de parte do principado de Tibério - a descrição do período de Calígula foi totalmente perdida - o final do governo de Cláudio, e a maior parte do de Nero - estando também perdida a conclusão da obra. Quanto às Histórias, seu texto preservado contém basicamente a narrativa da guerra civil do ano 69, que levou à ascensão de Vespasiano ao trono imperial.

(02) Cadmo: foi um herói lendário, fundador da cidade grega de Tebas e introdutor do alfabeto fenício na Grécia.
Filho do rei Agenor e irmão mais velho de Europa, Cilix e Fênix. Quando Europa foi raptada por Zeus, o pai ordenou aos três filhos que fossem à sua procura e que não voltassem sem ela.
Durante o seu périplo, os irmãos de Europa fundaram várias cidades e por fim acabaram se estabelecendo definitivamente em outras regiões. Fênix se instalou na Fenícia; Cilix, na Cilícia; e Cadmo, na Grécia.
Cadmo viajou acompanhado da mãe, Telefaassa, e dirigiu-se inicialmente para a Trácia (ou Samotrácia), onde viveu algum tempo. Pouco depois da morte da mãe, aconselhado pelo oráculo de Delfos, parou de procurar Europa e fundou a Cadmeia, a acrópole fortificada da futura cidade de Tebas.
Segundo a tradição, o oráculo havia mandado Cadmo escolher o local seguindo uma vaca até que ela caísse de cansaço. Ao encontrar uma vaca com um sinal diferente, Cadmo a seguiu até a Beócia e decidiu fundar a cidade no local onde ela parou. Antes, para obter água de uma fonte próxima, teve de matar a pedradas um dragão (tido por filho de Ares) que guardava um bosque sagrado. Logo depois, a conselho de Atena, semeou os dentes do dragão morto.
Dos dentes nasceram diversos guerreiros, totalmente armados e de aspecto ameaçador. Instado por Atena, Cadmo lançou, sem ser visto, uma pedra sobre eles. A pedra desencadeou uma violenta disputa e, no fim da luta, restaram apenas cinco guerreiros vivos, os espartos (i.e., "os semeados"). Eles auxiliaram Cadmo na fundação da cidade e eram considerados ancestrais das famílias nobres de Tebas.
Devido à morte do dragão, Cadmo foi condenado pelos deuses a servir Ares durante oito anos. No fim do período, Zeus concedeu-lhe a mão de Harmonia, filha de Ares e de Afrodite. Os deuses imortais comparecerem em peso ao casamento, as musas cantaram durante os festejos e a noiva recebeu dois presentes fabulosos: um maravilhoso vestido, tecido pelas graças, e um belíssimo colar de ouro, feito por Hefesto.
Cadmo tornou-se rei de Tebas e seu reinado foi longo e próspero; consta que ele civilizou a Beócia e ensinou aos gregos o uso da escrita. Cadmo (e Harmonia) tiveram vários filhos, Autónoe, Ino, Sémele, Agave e Polidoro.
Embora Tebas tenha prosperado sob o reinado de Cadmo, o infortúnio sobrepujou seus descendentes. Na sua velhice, duas de suas filhas e dois de seus netos foram mortos violentamente.
Já idoso, Cadmo entregou o trono de Tebas a Penteu, filho de Agave e Equionte (um dos espartos), e retirou-se com Harmonia para a Ilíria, onde se tornou rei e teve outro filho, Ilírio. Viveu ainda algum tempo e, no final da vida, foi transformado pelos deuses em serpente, juntamente com sua esposa.

(03) Simonides de Ceos: Segundo o geógrafo Pausânias, Simónides passou um tempo na corte de Hierão, tirano de Siracusa.
O professor de retórica romano Quintiliano comenta que Simónides foi a primeira pessoa a descobrir a arte da memória, e ilustra com um episódio da sua vida. Tendo sido contratado para declamar os dotes atléticos de um vencedor no pugilismo, acrescentou elogios a Castor e Pólux na sua ode. Por causa disso, ele não recebeu todo o pagamento combinado, sendo dito que ele cobrasse o resto dos Dioscuros. Durante o banquete em honra ao atleta, Simónides foi chamado para fora do salão, por dois jovens, mas ao sair, ele não encontrou ninguém - e neste momento o salão desabou. Os convidados ficaram tão desfigurados, que nem os próprios parentes reconheceram os corpos, mas Simónides conseguia se lembrar exatamente onde ficava cada convidado, e assim cada corpo foi identificado. Um dos mortos neste desabamento foi Escopas, um nobre da Tessália, além de vários descendentes de um outro Escopas, ancestral epónimo de uma importante família da Tessália.
(04) Demarato foi um coríntio, que esteve presente em vários episódios importantes na vida de Alexandre, o Grande.
Demarato era convidado na corte de Filipe II da Macedónia, e este perguntou como os gregos estavam lidando uns com os outros. Demarato, conhecido por falar francamente, apontou para Filipe que a casa dele estava cheia de divisões e calamidades - pois Filipe tinha acabado de exilar seu filho Alexandre para a Ilíria. Diante desta resposta, Filipe chamou de volta Alexandre.
Segundo Diodoro Sículo, o cavalo de Alexandre (mencionado em outros textos com o nome de Bucéfalo) foi um presente de Demarato
(05) Cláudio nasceu em Lugduno, na Gália (atualmente a cidade de Lyon, na França), e recebeu o nome de Tibério Cláudio Druso Nero Germânico (Tiberius Claudius Drusus Nero Germanicus). Os seus pais foram Nero Cláudio Druso, questor e pretor, irmão de Tibério, e Antónia, filha de Marco Antônio e Octávia, quem pela sua vez era irmã de Augusto. Teve dois irmãos maiores, Germânico e Lívila.
Pode que Antónia tivesse outros dois filhos, mortos em tenra idade. Durante o seu reinado, Cláudio reviveu o rumor de que o seu pai, Druso, era na realidade o filho ilegítimo de Augusto.
Em 9 Antes de Cristo, Druso faleceu inesperadamente, possivelmente por causa de uma ferida. Cláudio ficou então a cargo de sua mãe, que nunca voltou a casar-se.
Contudo, com o passar do tempo começaram a manifestar-se a longa série de aflições e taras físicas de Cláudio que, quando se tornaram evidentes, esfriaram a relação com a sua família. Aparentemente Cláudio acrescentou alguma disfunção física a uma síndrome de complexo de inferioridade que seria reforçada pela sua própria mãe.
Antônia referia-se a ele como um monstro, e utilizava-o como exemplo de estupidez. É provável que o deixasse com a sua avó, Lívia, por alguns anos. Lívia foi pouco mais amável com ele, e com frequência enviava-lhe curtas e iracundas cartas de reproche.
Desde o princípio Cláudio foi considerado um personagem inaceitável para o cargo de imperador.
A imposição da toga viril foi feita em segredo e Augusto relegou-o a um posto secundário no cargo sacerdotal. Cláudio ficou sob o cuidado de um "antigo condutor de mulas"[nt 5] para que o mantivesse sob uma certa disciplina, partindo da lógica de que a sua condição era devida ao relaxamento e à falta de espírito.
Contudo, quando alcançou a adolescência, os seus sintomas aparentemente desvaneceram-se, e a sua família fixou-se nos seus interesses acadêmicos. Em 7, Tito Lívio foi contratado como tutor do moço para lhe ensinar história, com a assistência de Sulpício Flávio. Cláudio passou muito tempo com este último, bem como com o filósofo estoico Atenodoro de Tarso. Augusto, segundo uma carta, ficou surpreendido frente da claridade da oratória de Cláudio, e começaram a formar-se expetativas sobre o seu futuro.
Cláudio dedicou-se aos estudos e destacou-se em matérias como matemáticas, gramática, geometria e sobretudo história. Aprendeu medicina e grego, que chegou a falar com fluidez, e leu com avidez as obras de Atenodoro.
Finalmente, foi o seu trabalho como historiador o que acabou com a sua incipiente carreira política. Segundo Vincent Scramuzza e outros, Cláudio começou a trabalhar numa obra a respeito da história das guerras civis romanas que pôde ter sido verídica demais, ou bem crítica demais com Augusto. Em qualquer caso, era demais pronto para um fato como esse, e pôde ter servido simplesmente para lembrar a Augusto que Cláudio era descendente de Marco Antônio. A sua mãe e a sua avó agiram depressa para terminar com isso, embora a experiência pôde ter-lhes servido como amostra de que Cláudio não era preparado para um cargo público, ao não parecer o bastante digno de confiança. O fato é que retomou o trabalho narrativo mais adiante na sua vida, Cláudio saltou a época das guerras acontecidas durante o Segundo Triunvirato. Além disto, foi a última pessoa a ler em etrusco, língua do povo que governou inicialmente Roma.
Contudo, o dano já estava feito, e a sua família tirou Cláudio da esfera política. Quando foi erigido o arco do triunfo de Pavia em honra ao clã imperial em 8 d.C., o nome de Cláudio (nesse momento Tibério Cláudio Nero Germânico) após ascender ao grau de pater familias da família dos Claudio-Nerones com a adoção do seu irmão) ficou inscrito com os príncipes falecidos, Caio César e Lúcio César, e com os filhos de Germânico. Até mesmo existem especulações a respeito de que Cláudio pôde ter acrescentado a inscrição décadas mais tarde, e que originalmente nem sequer aparecia. Contudo, e embora ficasse separado, Augusto chegou a nomeá-lo representante dos cavaleiros de Roma.
Quando Augusto faleceu em 14, Cláudio apelou para o seu tio, o novo imperador Tibério, para que lhe permitisse começar o cursus honorum. Tibério respondeu dando a Cláudio uma distinção consular. Contudo, quando Cláudio voltou a solicitar um cargo político foi recusado. Tibério não era mais generoso que Augusto, e Cláudio retirou-se para levar uma vida privada de caráter mais acadêmico.
(06) Messalina : Com sua ascensão ao poder, Messalina entrou para a história com uma reputação de implacável, predadora e insaciável sexualmente. Seu marido é retratado como sendo facilmente guiado por ela e ignorante de seus muitos adultérios até ser informado de que ela teria exagerado ao se casar com seu último amante, o senador Caio Sílio em 48. Cláudio então teria ordenado a sua morte e ela recebeu a opção de se suicidar. Incapaz de se auto apunhalar, Messalina foi morta pelo oficial que a prendeu. O senado romano então ordenou que o nome de Messalina fosse retirado de todos os lugares públicos e privados e que tivesse todas as suas estátuas destruídas (damnatio memoriae).
Os historiadores que contam estas histórias, principalmente Tácito e Suetónio, escreveram por volta de 70 anos depois dos eventos, quando o ambiente era hostil à linhagem imperial de Messalina. A história de Suetónio é majoritariamente alarmismo escandaloso. Tácito alega estar transmitindo "o que foi ouvido e escrito pelos mais velhos que eu", sem nomear suas fontes, com exceção das memórias de Agripina, a Jovem, que havia conseguido retirar os filhos de Messalina da sucessão imperial e que, portanto, tinha todo interesse em manchar a imagem de sua predecessora. Já se argumentou que o que se passa por história seria puramente o resultado de sanções políticas que se seguiram à morte de Messalina.
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro - Marinha Grande - Portugal
Livro de Visitas do Portal CEN - "Cá Estamos Nós"

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