Pular para o conteúdo principal

Trajes Poéticos - Rima Coroada

Rimas que se fazem no interior do verso

Ex: Bruma que se avoluma no peito

Veja os poemas


poemas dos cepelistas




Saudade

 Amor, amor, que sempre revigora,
me desespero e quero que voltes para mim,
ânsia de infância que recordo agora,
saudade invade os caminhos enfim.

Marly Barduco Palma
*******************************

 Amor

Amo e proclamo a dádiva
de fluir um sentir infinito
O coração tão saciado
ao sabor do amor contrito

Vieira Vivo
*******************************
  
Amar é doar

O verdadeiro amor é indolor é prazer querer
Amar é doar muito mais que querer receber
Estando amando vê-se o mundo colorido definido.
Ausência de amor pavor um elo perdido indefinido.

Olímpio Coelho de Araújo

***************************************

Bruma que se avoluma no peito.
Nas entranhas, estranhas sensações
Quando a dor o amor suplanta
Só a prece, aquece o ser.

Clara Sznifer
*******************


Espera
  
Qual fera à espera de alguém
Alerta, desperta esse ardor,
No peito, feito de sonhos


Juro, o futuro é de amor.

Deise Domingues Giannini
********************


Sua trança, saudosa lembrança.
Seu carinho, um ninho sedutor.
De nossa felicidade, quanta saudade!

Nossa história, uma memória de amor.

Ludimar Gomes Molina

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Poema em linha reta - Fernando Pessoa - Interpretação Osmar Prado

Enviado por A. Pastori Abaixo, link para uma brilhante e convincente interpretação - inusitadamente adaptada - do ator Osmar Prado, sobre um antológico poema de Fernando Pessoa.  Para refrescar-lhes a memória, logo abaixo do link está a poesia completa do Poetíssimo de Além Mar. http://www. poesiaspoemaseversos.com.br/ poema-em-linha-reta-fernando- pessoa/?utm_source=feedburner& utm_medium=email&utm_campaign= Feed%3A+ DaBuscaemPoesiaComPoesia+%28A+ Magia+da+Poesia%29#. Vivrun6rTIU Poema em linha reta - Fernando Pessoa Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo. Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesqu...

Trajes Poéticos - RIMA EMPARELHADA

rimas que ocorrem seguidamente em pares. ********* os poemas publicados aqui participaram do concurso Trajes Poéticos realizado pelo Clube de Poetas do Litoral - salvo os poemas dos autores cepelistas que foram os julgadores dos poemas.                

CONCURSO CARDÁPIO POÉTICO - MÊS DE ABRIL - INSCRIÇÃO ABERTA

A Ed. Costelas Felinas e o Clube de Poetas do Litoral em parceria realizam o concurso Cardápio Poético. O concurso é aberto a todos os interessados do Brasil ou do exterior (desde que escritos em língua portuguesa). NÃO HÁ TAXA DE INSCRIÇÃO -  INSCREVA SEU POEMA PARA O MÊS DE ABRIL/2014 maiores informações:  cacbvv@gmail.com COMO FUNCIONA:   O concurso inicia em    novembro    de 2013 e termina em novembro de 2014 - SELEÇÃO:  Serão escolhidos 02 poemas por mês - O poeta selecionado poderá participar quantas vezes quiser durante o ano. Ao todo serão selecionados 24 poemas (02 por mês) - o júri será composto pelos integrantes do Clube de Poetas do Litoral (CPL). PREMIAÇÃO:  No fim do ano de 2014, já com todos os poetas participantes selecionados, a ed. Costelas Felinas editará a  ANTOLOGIA CARDÁPIO POÉTICO  e cada poeta selecionado receberá sem custo nenhum 05 exemplares da antologia.