Fundação Municipal de Cultura (FAN) lança 8ª edição do Festival de Arte Negra

Enviado por Derlone Pereira


Enquanto novembro não chega, uma série de eventos fará o aquecimento para o Festival. A "Temporada FAN 2015" inicia já nesta semana, nos dias 13, 14 e 15 de maio, com o “VII Colóquio Mulheres em Letras - percursos da escrita de autoria feminina”, na Faculdade de Letras da UFMG - Campus Pampulha. Realizado pelo Grupo de Pesquisa Letras de Minas, o evento terá como convidada e palestrante a curadora do FAN, Rosália Diogo.
O FAN 2015
Com o tema “Encontros”, a programação do 8º Festival de Arte Negra se organizará em torno de três eixos principais.
O primeiro eixo, o das apresentações artísticas, buscará oferecer à cidade uma programação diversificada e distribuída pelas diferentes regionais, com artistas locais, nacionais e internacionais. O eixo da formação e intercâmbio oferecerá cursos, oficinas, bate-papos entre artistas locais e convidados, com uma vigorosa tendência para contemplar estudantes, professores, pesquisadores, além dos demais interessados. Ainda dentro desse eixo, acontecerão ações voltadas para a reflexão e registro da memória do festival. Por último, o eixo das Atividades Especiais apresenta o Ojá como a grande ação focada na economia criativa. Estão previstas, também, algumas Rodadas para refletir sobre a realização dos festivais de Arte Negra no Brasil e a produção criativa.
O trabalho da curadoria lança seu olhar sobre aquelas obras que se instalam nos caminhos, nas passagens, nas encruzilhadas. Que interrompem o passo do pedestre, que provoca o acaso, o encontro e o reencontro. Nesse sentido, a nobreza e beleza do circuito cultural da praça da liberdade é o ponto de partida para os diálogos que serão realizados. O Festival pretende acolher, de maneira solidária e em sinergia, as diversas manifestações culturais de matriz africana em curso em todos os cantos da cidade. “o 8º FAN traz o Encontro, como tema central do evento, e a Praça da Liberdade, como principal território que acolhe esta edição. Isso simboliza o tom que os curadores e a Fundação Municipal de Cultura pretendem dar à programação. Que os Encontros, na Praça da Liberdade ou em qualquer esquina da cidade promovam a arte e a cultura afro com muito axé e alegria”, afirma Simone Araújo, Diretora de Ação Cultural Regionalizada da FMC.

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