Brincar de eternidade de Adriane Lima / foto: Marcelo Luiz de Freitas

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Brincar de eternidade  


Foram tantas ás vezes
que ouvi:
"a vida é uma roda gigante."
Nesse eterno sobe e desce
repleta de Déjà Vu.
O medo que me dá
não vem da altitude
que esse sentido
vertical provoca

ou pela fragilidade
de estar solta
em leve balanceio.
Meu medo nasce
da simultânea
sensação do grito
não escutado
e do gesto súbito
das mãos que
estão no comando.
Sigo apesar das
adversidades e
me solto, não opondo
resistências.
O movimento circular

advém do feminino ...

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