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TRAJES POÉTICOS - CAPFINIDA

CAPFINIDA - poema que em certo momentos repete no começo  algumas palavras do fim da estrofe anterior, numa espécie de anadiplose, como no caso deste poema de Rosália Castro - Cantares Gallegos


Cada estrela, o seu diamante;
cada nube, branca pruma;
trist'a a lua marcha diante

Diante marcha crarexando
veigas, rados, montes, rios,
dond' o dia vai faltando

Falta o dia, a noite escura
baixa, baixa pouco a pouco
por  montanãs de verdura...

Comentários

Anônimo disse…
Viver

Vivo a vida a sonhar
Vivo a vida a sorrir
Vivo a vida a poetar

A poetar vou seguindo
Seguindo vou meu caminho
Caminho meu que acho lindo

Assim pretendo viver
Viver pretendo feliz
Ver a vida acontecer
Cida Micossi
Anônimo disse…
TRISTEZA

A chuva cai mansamente
e apressa meu coração
num compasso atormentado.

Atormentado compasso que me enlouquece.
A chuva desaparece.
E o sol volta a brilhar.

Mas o meu coração louco
vai se calando, sofrendo.
Sofrendo, calando começa a chorar


Ludimar Gomes Molina






















Unknown disse…
"O Teu Sabor"

Já não posso te esquecer
Esquecer-te já não posso
Sem esse corpo pra me aquecer.

É tão grande o meu amor
Que já não sei mais me recompor
De tantas delícias de puro sabor

Que senti por ti, meu Senhor!
Senhor meu, és minha alma: - Estou a teu dispor
Pra sentir eternamente o teu calor!

Márcia Brabo
Costelas Felinas disse…
ENVIADOR POR E-AMIL

****************

CAPFINIDA
MEU FIM
A chuva cai mansamente
E apressa meu coração
Num compasso atormentado
Atormentado compasso que me enlouquece
A chuva desaparece
E o sol volta a brilhar

Mas meu coração louco
Vai se calando, sofrendo
Sofrendo,calando, começa a parar

LUDIMAR GOMES MOLINA
Kedma O'liver disse…
SEGUINDO

Céu de estrelas reluzentes
Brilhando como diamantes
Enfeitam o caminho lindo

Lindo caminho de pedras
Onde namorados se encontram
Fazendo juras eternas

Eternas juras que acabam
Quando termina a noite
É tempo de novas quimeras

Kedma O’liver
Costelas Felinas disse…
enviado por Edite Capelo



CANTARES

Aquele mar tão distante
Que pisca, pisca e rebrilha
Reluz igual diamante!

Diamante misterioso
Cheio de histórias e lendas
Naveguei nele, ansioso!

Ansioso nele ouvia
Os cantares das sereias
Que se banhavam ao dia!

edite capelo
Costelas Felinas disse…
poema enviado por e-mail


Cada corda o seu acorde
cada acorde a melodia.
Vai chorando minha viola,
minha viola me arrepia,
me arrepia na canção,
faz fibrilar meu coração.

Está no som da viola,
em cada verso que eu canto.
Eu canto e os males espanto.

Olímpio Coelho de Araújo. (Oca)
Costelas Felinas disse…
enviado por e-mail

poema de Deise Domingues Giannini




IMAGENS
No espelho sua imagem
sua imagem do passado,
mas louvando sua coragem,
deixa o passado de lado.

De lado, o passado é funesto
agora "Venha futuro"!
o passado tão funesto,
mas hoje é só bom auguro.

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