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CASI NADA… - por REYNALDO ARMESTO OLIVA

CASI  NADA…

Llegabas, tan empapada
que importaba no seguir
entregarse, compartir
ya de nuevo ser amada.
De tus noches, casi nada
siento ahora verte lejos,
comprender de que reflejos
asomaron pretensiones
si el olvido a  borbotones
quebró todos los espejos.

REYNALDO  ARMESTO  OLIVA . CUBA . IWA
postagem enviada pelo autor

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