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ÁNGELES DE CERA - Humberto Napoleón Varela Robalino

                 Por los corredores
del "Hospital de las Hermanas de la Caridad"
                            corren
                            vuelan
                    ángeles de cera
                     diluidos rostros
                            frágiles
             tan frágiles como la alegría
                              duros
            tan duros como los inviernos
                         líneas azules
                 palabras fragmentadas
                    que rozan el silencio
                       lápices de colores
           que pintan en el aire los aciertos.

                            Ángeles
                           sin sueño
                descalzos como el agua
      vestidos a la usanza de los cruzados
                            ángeles
                     ojos pedernales
             para perforar la indolencia
             manos ilesas sobre el fuego
                    caracoles las orejas
            para oír el retorno de la infancia.

                      Por los corredores
del "Hospital de las Hermanas de la Caridad"
                           van y vienen
                       los ángeles de cera
                      no necesitan brújula
  saben con certeza donde está el Paraíso
                      no necesitan reloj
 saben simplemente que late el corazón.

<><> 



ANJOS DE CERA


Pelos corredores
do "Hospital das Irmãs da Caridade"
                            correm,
                            voam
                    anjos de cera
                     rostos diluídos
                            frágeis
             tão frágeis como a alegria
                              duros
            tão duros quanto invernos
                         linhas azuis
                 palavras fragmentadas
                    que roçam o  silêncio
                       lápis de cor
           que colorem  o ar  nos sucessos.

                            Anjos
                           sem sonho
                descalços como a água
      vestidos no estilo dos cruzados
                            anjos
                     olhos pederneiras
             para perfurar indolência
             mãos ilesas sobre o fogo
                    as orelhas, caracóis
            para ouvir o retorno da infância .

                      Por corredores
do "Hospital das Irmãs da Caridade"
                            vêm e vão
                        os anjos de cera
                       sem  necessitar  de bússola
  Sabem com certeza onde o Paraíso fica
                      nem precisam de relógio
                   simplesmente sabem  que bate o coração

<><> 
          Postagem e Versão ao Português: Clevane Pessoa –Brasil


Comentários

CON LA HUMILDAD DEL AGRICULTOR QUE LABRA LA TIERRA,ASÍ QUIERO RECONOCER LA PREOCUPACIÓN DE LA NOBILÍSIMA POETA Y EDITORA CLAUDIA BRINO AL PUBLICAR MI POEMA "ÁNGELES DE CERA" EN EL LUMINOSO BLOGSPOT MOVIMIENTO ACTIVISTA QUE TAN ACERTADAMENTE EDITA.DE IGUAL MANERA MI RECONOCIMIENTOINFINITO PARA LA UNIVERSAL POETA CLEVANE PESSOA POR HABER HONRADO MI CREACIÓN POÉTICA CON INIGUALABLE PROFESIONALISMO DE TRADUCTORA A LA LENGA PORTUGUESA.LOS POETAS SIENDO TAN SENSIBLES NO DEBEMOS SER INGRATOS CON NUESTROS PROTECTORES Y CON NUESTROS LECTORES:OS QUIERO MUCHO.

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