Pular para o conteúdo principal

MULATO de Francisco Rodrigues Gonçalves

   Mulato era o apelido de um jovem pobre nascido numa terra de gente trabalhadora. Convivia com vaqueiros que enfrentava os espinhos da caatinga a procura do gado, com os lavradores que trabalhava com fé e coragem, apesar das dificuldades não desanimavam.
    Numa tarde de Domingo, Mulato percorria os caminhos da terra natal, quando percebeu que tinha um animalzinho frágil caído entre os cactos e muito ferido. Mulato aproximou do local e percebeu que era um cachorrinho, carinhosamente pegou o animal e o levou...
Em poucos dias o animal estava sadio e forte, correndo e latindo em volta do quintal. O cachorro tornou-se um amigo inseparável de Mulato, por onde ele ia lá estava o animal.

   Com muito trabalho e fé em Deus, Mulato conseguiu comprar um sítio à beira de um rio temporário. Certo dia às margens desse rio o cachorro fareja o chão com ansiedade querendo dizer algo ao dono, Mulato cavou o chão para ver o que tinha ali, depois de cavar muito encontrou algumas pedras até então desconhecida para ele, mas depois de buscar informações sem revelar o motivo descobriu que aquelas pedras eram ouro.
   Mulato ficou rico com a ajuda de um cachorro amigo que ele encontrara caído entre os cactos quando ele percorria os caminhos de sua terra. Não despreze um verdadeiro amigo ele vale ouro, colhemos sempre o que plantamos.

Francisco Rodrigues Gonçalves
enviado pelo autor


  

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trajes Poéticos - RIMA EMPARELHADA

rimas que ocorrem seguidamente em pares.

*********

os poemas publicados aqui participaram do concurso Trajes Poéticos realizado pelo Clube de Poetas do Litoral - salvo os poemas dos autores cepelistas que foram os julgadores dos poemas.              

VII Seletiva Nacional de Poesia – 2017 Para a edição do livro VII COLETÂNEA SÉCULO XXI

VII Seletiva Nacional de Poesia – 2017 Para a edição do livro VII COLETÂNEA SÉCULO XXI - que trará uma Homenagem ao poeta e professor Pedro Lyra – 
(será o 41º livro editado pela PoeArt Editora- DESDE 2006 COM VOCÊ!) (Prazo: ATÉ 30 de abril de 2017)
(somente pela INTERNET)


   A PoeArt Editora de Volta Redonda RJ, institui o livro VII Coletânea Século XXI  (depois das bem sucedidas Antologias Poéticas de Diversos Autores, Vozes de Aço da I a XVIII, depois do sucesso da I a VI Coletânea Século XXI, do livro Cardápio Poético, 1ª e 2ª edição, I a III Coletânea Viagem pela Escrita. Dentre os já homenageados por suas contribuições literário-culturais em nossos livros, estão: Adahir Gonçalves Barbosa, Alan Carlos Rocha, Álvaro Alves de Faria, Astrid Cabral, Clevane Pessoa, Flávia Savary, Flora Figueiredo, Gilberto Mendonça Teles, Maria Braga Horta (in memoriam), Maria José Bulhões Maldonado, Mauro Mota, Olga Savary, Oscar Niemeyer, Pedro Albeirice da Rocha e Pedro Viana.


SEM TAXA DE INSCRIÇÃO: (AT…

SAFRA VELHA DE CLÁUDIA BRINO recebe indicação do International Poetry News

É com alegria e surpresa que acabo de receber de Giovani Campisi a notícia de que o livro Safra Velha de Cláudia Brino (Costelas Felinas) é um dos livros indicados para concorrer ao Prêmio Nobel de Literatura 2018.

Indicado pelo jornal International Poetry News entre 25 títulos de autores internacionais encaminhados ao Comitê Organizador do Prêmio Nobel de Literatura - 2018
A indicação foi feita pela Direzione Editoriale / Edizioni Universum

clique na imagem e veja a IPN  INDICAÇÃO NO - INTERNATIONAL POETRY NEWS


Este livro não é vendido em livrarias e se movimenta à margem da grande mídia. Adquirindo a versão impressa você receberá dedicatória especial tendo o seu nome impresso no livro.